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quinta-feira, 17 de março de 2011

PROTOTIPAÇÃO E CONSTRUÇÃO 2

Os prótipos são uma maneira prática e de baixo custo de testar vários designs, ajudam a testar as idéias pra você mesmo, além de facilitar a comunicação entre as equipes.
 
Prototipação de baixa-fidelidade


protótipo de baixa-fidelidade é aquele que não se parece muito com o produto final, geralmente são feitos de materiais diferentes dos que serão utilizados na versão final, materiais mais práticos e baratos. São úteis porque são simples, baratos e rápidos de se produzir e de se modificar.
 ex.: 

 Prototipação de alta-fidelidade

Os protótipos de alta-fidelidade utilizam materiais que se espera que estejam no produto final, se parece com algo ja acabado, é praticamente o produto final, só que sem suas funcionalidades.
            Na construção de protótipos de softwares as ferramentas mais comuns são softwares como o Macromedia Director, o Visual Basic e o Smaltak.
            Algumas desvantagens de se usar protótipos de alta-fidelidade são: Levam muito tempo para ser construídos; Um protótipo em software pode elevar demais as expectativas; É necessário apenas um bug no protótipo para interromper o teste; Os desenvolvedores podem não querer mudar algo em que trabalharam artesanalmente por horas, os usuários acreditarem que ele é o próprio sistema, entre outros.[PREECE 2005]
 ex.:
 
A principal função de um protótipo é produzir algo rapidamente a fim de testar algum aspecto do produto. O desenvolvedor tem que ter em mente na criação as principais questões que devem ser respondidas pelos usuários, para que assim o teste tenha um maior resultado positivo.A experiência aprendida na realização dos protótipos deve ser aplicada na construção do produto final.
       

REFERÊNCIA: Preece, Jennifer  Design de interação: além da interação homem-computador / Jennifer Preece, Yvonne Rogers e Helen Sharp; trad. Viviane Possamai.- Porto Alegre : Bookman, 2005. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Questões que fazem diferença no desenvolvimento de um design


Existem três características fundamentais do processo de design de interação,  elas são: foco no usuário, critérios de usabilidade específicos e iteração.

            Enfocar o usuário é a principal característica do design de interação. Os objetivos específicos da experiência com o usuário devem ser identificados, documentados e abordados no início do projeto. Eles ajudam a escolher as diferentes alternativas de design e verificar o  progresso durante o desenvolvimento.
            A iteração permite refinar o design com base em feedback. É muito importante no processo de desenvolvimento, principalmente se o produto for inovador, revisar as idéias.

  Se for fazer o design de interação na prática essas questões devem estar respondidas: 

  • Quem são os usuários?
Para se iniciar o desenvolvimento de algum produto, precisamos saber quem devemos consultar para saber suas necessidades.
  • O que queremos dizer com “necessidades”?
Para entender as necessidades das pessoas temos que chegar até elas compreendendo suas características e capacidades, o que querem alcançar, como fazem isso atualmente e se atingiriam seus objetivos com mais eficiência caso recebessem um outro tipo de suporte.
Se o produto for uma nova invenção, o desenvolvedor têm que imaginar quem irá desejar utilizá-lo e o que se poderia fazer com ele. Como o produto é novo, não á como consultar usuários sobre necessidades. Introduzir um produto novo na vida das pessoas é uma tarefa bem interessante e um pouco mais complicada.
 
  •  Como criar designs alternativos?
 Considerar soluções alternativas é muito importante no processo de design, mas desenvolver designs alternativos não é uma coisa fácil de fazer.
As inovações surgem a partir do enxerto de idéias de aplicações diferentes, da evolução de um produto por meio do uso e da observação, ou da simples cópia de outros produtos semelhantes.
A criatividade do design para produzir designs alternativos pode ser melhorada observando vários designs, isso ajuda muito na hora da produção de um produto. O bom design é aquele que lembra das experiências passadas suas ou de outros designers, para processar as atuais. Portanto  designs alternativos surgem observando-se outros designs semelhantes, podem ser de concorrentes ou versões anteriores de sistemas similares. Por isso antes da construção de qualquer design é aconselhável que se fassa uma análise de competidores.

  •  Como escolher uma dentre as alternativas de design?
A escolha entre as alternativas é tomada de acordo com as informações coletadas a respeito dos usuários e suas tarefas e pela viabilidade técnica.
            As decisões de escolha estão em duas categorias: as que dizem respeito ás características visíveis e mensuráveis externamente e aquelas que se referem ás características internas do sistema.
            A escolha entre as alternativas de design dependerá de nossa observação da interação e da experiência dos usuários com estas alternativas, suas preferências e sugestões de melhoria.
            Uma testar designs antes de entregá-lo concluido ao usuário é por meio da prototipação. A prototipação é usada para evitar desentendimentos com o cliente e testar a viabilidade técnica de um design e sua produção.



 REFERÊNCIA: Preece, Jennifer  Design de interação: além da interação homem-computador / Jennifer Preece, Yvonne Rogers e Helen Sharp; trad. Viviane Possamai.- Porto Alegre : Bookman, 2005.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

As quatro atividades básicas do design


O desenvolvimento no design de interação  é direcionado mais as preocupações do usuário do que as técnicas. Um dos princípios fundamentais do design de interação é o desenvolvimento de soluções alternativas, isso pode ser aprendido usando técnicas de outras disciplinas de design. 

Introdução as 4 atividades básicas do design de interação.
           
            Identificando necessidades e estabelecendo requisitos.
            Para projetar algo para dar suporte as atividades das pessoas, devemos sabem quem são os usuários-alvos e que tipo de suporte um produto interativo poderia oferecer. Essas necessidades são as bases dos requisitos do produto.

            Desenvolvendo designs alternativos.
 Esta é a principal atividade do design. Pode ser dividida em duas sub-atividades: o design conceitual, que é fazer um modelo conceitual descrevendo o que o produto deveria fazer, como se comportar e com quem parecer. A outra sub-atividade é o design físico, que cuida da parte gráfica, como ícones, imagens, cores e também sons.
           
            Construindo versões interativas dos designs.
            O objetivo do design de interação é projetar produtos interativos, e para que os usuários possam avaliar a interação dos designs, não é preciso ser uma versão em software, a maneira mais prática de se fazer isso é por meio de protótipos em papel, que também são eficazes para a identificação de problemas existentes no design.

Avaliando designs
            A avaliação é o processo que determina a usabilidade e a aceitabilidade do produto ou design. É medido por critérios como o número de erros que os usuários cometem, se o produto é atraente, se preenche os requisitos e etc.
            A avaliação é o fim do processo, onde se certifica que o produto final está adequado ao propósito.



REFERÊNCIA: Preece, Jennifer  Design de interação: além da interação homem-computador / Jennifer Preece, Yvonne Rogers e Helen Sharp; trad. Viviane Possamai.- Porto Alegre : Bookman, 2005.

domingo, 7 de novembro de 2010

O que é design de interação???


Em nossa vida á muitos produtos interativos, só que quando se trata de usabilidade nem todos são fáceis de usar. Muitos produtos que precisam da interação do usuário para realizar tarefas não foram projetados tendo o usuário em mente, foram apenas projetados para cumprir suas funções. O objetivo do design de interação é trazer a usabilidade para dentro do processo de design, tornando os produtos fáceis e agradáveis de usar para o usuário.

Esse é só o primeiro de muitos posts que iram esclarescer mais ainda o que é o desgin de interação e o que é e como conseguir por em prática a Usabilidade e a Acessibilidade no desenvolvimento de softwares, websites, etc. Até mais!

Referência: Preece, Jennifer  Design de interação: além da interação homem-computador / Jennifer Preece, Yvonne Rogers e Helen Sharp; trad. Viviane Possamai.- Porto Alegre : Bookman, 2005.